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Saberes e Ciências - Blogue

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MÁQUINA A VAPOR

O centenário "Ovo de Colombro": Inacreditável como uma coisa tão elementar demorou tanto tempo a chegar até ao nosso tempo. Como tem sido possível que desde o HERO, no Egipto, há cerca de 2.000 anos este ramo da ciência não tenha dado um passo em frente? 

Pelas mesmíssimas razões que em pleno Século XXi  90% dos programas de televisão sejam puramente alianatórios visando unicamente a caça à audiência e nada mais, 

Aniceto Carvalho

SARTRE E SCHWEITZER

(f)Sartre (2).jpg

Jean-Paul Sartre

https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Paul_Sartre

Não vou tecer considerações sobre o que mal conheço.
Mas nunca tive especial simpatia por este filósofo francês. Aliàs, eu não gosto de filósofos… Desde sempre que o filósofo vive à conta dos outros.
Nunca tive especial simpatia pelo Jean-Paul Sartre. Não alinho com esquerdistas, gosto da livre inicitiva, não me agrada lidar com certa gente que adora viver à grande a apregoar “igualdades” que nem sonha para si.
Tudo isto porque o senhor Sartre recusou o Prémio Nobel em 1964 alegando que o prémio não justificava os protocolos a que seria obrigado.
Jogada promocional ou não, Jean-Paul Sartre não deve ter perdido muito.

De qualquer modo, a ser sincero, como o primo sugere, entende-se-lhe a atitude: Uma coisa é estar nas alturas, a outra é aturar as luzes da ribalta.

Albert Schweitzer

(Vale a pena ler a biografia deste grande homem)

https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Schweitzer

Alberto Schweitzer era primo de Jean-Paul Sartre.
Mas não tinha nada a ver com o Sartre. Schweitzer era um homem de trabalho, teólogo, organista, filósofo e médico que dedicou a vida aos outros.
Segundo o biógrafo de Sartre, Schweitzer teria dito das obras do primo:
"todas as opiniões são respeitáveis quando são sinceras, e por conta disso Deus seguramente o perdoará".
No meio de incríveis dificuldades, Schweitzer fundou e manteve durante largos anos um hospital no Gabão num sítio onde nem se sonhava falar em cuidados de saúde em centenas de quilómetros.
Mas a roda da vida não perdoa. Vieram as independências, o benfeitor do Lambaréné não era eterno, morreu poucos anos depois.
Passaram tempos, apareceu um jornalista francês. Do hospital do médico francês estava lá o local. Apareceu o cacique lá da terra a dizer babuzeiras, (como é normal desde que eles julguem que já não precisam de ninguém), e a chamar colonialista ao Alberto Schweitzer. O jornalista perguntou:
- Então e onde é agora o hospital mais perto?
- Fica a oitenta quilómetros – respondeu o boçal.
Aniceto Carvalho